quinta-feira, 30 de julho de 2009

GINCANA AMBIENTAL

O dia chegou - 31 de julho 2009. Vamos nos preparar, executar as tarefas e participar da torcida... O Colégio Estadual Dr. Leandro Maciel conta com sua ajuda para sermos a equipe campeã. Boa Sorte !
Prof. Breno

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Gincana Ambiental

Em 31 de julho de 2009, ocorrerá um evento que envolverá a todos do Colégio Estadual Leandro Maciel.
Uma Gincana, com várias tarefas!
Procurem informações com os professores e vamos ao trabalho!
Vamos desde já nos preparar para o cumprimento das tarefas dessa gincana.
Boa Gincana a Todos! E mãos na massa ...
E para vocês que ainda não criaram e-mail, entre já no site: www.oifuturo.com.br e crie seu endereço eletrônico, com isso você ajuda o Colégio Leandro Maciel em uma das provas dessa Gincana! Contamos com vocês ...

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Cidade, Eventos e Cultura

pacatuba-sergipe, Por bruno franca
pacatuba-sergipe, Por bruno franca

pacatuba-sergipe, Por Bruno frança
pacatuba-sergipe, Por Bruno frança

pacatuba-sergipe, Por bruno franca
pacatuba-sergipe, Por bruno franca

pacatuba-sergipe, Por Bruno frança
pacatuba-sergipe, Por Bruno frança

banda de pifano, Por Bruno frança
banda de pifano, Por Bruno frança

senhor dos pobres padroeiro de ponta de areia, Por Bruno frança
senhor dos pobres padroeiro de ponta de areia, Por Bruno frança

padroeiro de ponta de areia senhor dos pobres, Por Bruno frança
padroeiro de ponta de areia senhor dos pobres, Por Bruno frança

pacatuba-sergipe, Por Bruno frança
pacatuba-sergipe, Por Bruno frança

pacatuba-sergipe, Por Bruno frança
pacatuba-sergipe, Por Bruno frança

pacatuba-sergipe, Por Bruno frança
pacatuba-sergipe, Por Bruno frança

PONTA DE AREIA, Por BRUNO FRANÇA
PONTA DE AREIA, Por BRUNO FRANÇA

Mapa de Localização - Pacatuba-SE
Mapa de Localização - Pacatuba-SE

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Guigó de Sergipe

Em meados de 1999, foi descoberta uma nova espécie de primata, a mais recente dos últimos tempos, Callicebus coimbrai, mais conhecida como macaco guigó de sergipe. A espécie é encontrada em reduzidos remanescentes de mata no norte da Bahia e em Sergipe. Atualmente o macaco guigó é considerado uma das espécies de primatas mais ameaçadas em todo o continente americano e está entre as dez espécies consideradas “criticamente em perigo” pela Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN). A crescente extinção do macaco vem se dando devido ao corte de madeiras, a caça e a poluição, caracterizando a destruição de seu habitat natural, reduzindo ainda mais a qualidade de seu habitat remanescente e o declínio de suas populações.


DESCRIÇÃO
Classificação Zoológica
Família: Pitheciidae
Gênero: Callicebus
Espécie: Callicebus coimbrai
Nome Popular: guigó-de-coimbra-filho, guigó de sergipe
Tamanho do Corpo: Comprimento cabeça-corpo= 343-360mm; Comprimento cauda= 453-484mm.
Peso: 1.003-1.030g



Descrição Física e Comportamental: fronte, coroa e orelhas negras, corpo amarelado e cauda laranja. Costeletas, bochechas, parte posterior da cabeça e nuca de coloração amarela clara. Metade anterior do dorso com padrão listrado. Este primata vive em grupos familiares parecidos com famílias humanas: pai, mãe e filhos. O pai participa intensamente na criação dos filhos. Os filhos deixam o grupo após chegar à idade adulta. Típico para guigós é o canto do grupo que avisa aos vizinhos da ocupação do território e ele pode ser ouvido a centenas de metros de distância e alimentam-se de frutas, folhas e insetos.


O Pesquisador e Mestre em biologia animal Marcelo Cardoso, buscando a proteção do primata, está desenvolvendo pesquisas que passam do estudo sonoro a fotografias inéditas, feito difícil de ser realizado. “Os guigós são muito ariscos e de difícil visualização. Eles são animais versáteis em relação à alimentação, o que permite maior adaptação em novos lugares. Com essas pesquisas quero conscientizar a população e preservar a espécie”, disse Marcelo.


Em estudo recente, Marcelo fez a primeira nota sobre a ocorrência da espécie em Sergipe (2002). “Ele tem uma distribuição no norte e ao sul da Mata Atlântica e em algumas matas secas do interior do estado. Venho a cada dia percebendo que a situação da espécie piora. Se não fizermos nada seremos os responsáveis pelo desaparecimento da espécie. A manutenção do primata deve movimentar a sociedade”, argumentou firmemente o pesquisador.Japoatã é um dos lugares onde se encontram os guigós ameaçados de extinção. A CBAA entrou na luta de preservação da espécie. Hoje é uma empresa amiga da natureza!


“Temos um tesouro em nossas propriedades, 300 hectares de Mata Atlântica, que além de preservarmos e coibirmos a caça e o desmatamento, mostramos a comunidade sua importância, ela é o habitat de muitos animais. Animais como o macaco-guigó-de-sergipe, que infelizmente corre o risco de ser extinto”, disse Joaz Pereira, Diretor Superintendente da CBAA unidade Japoatã, área onde foram encontrados os primeiros primatas da espécie.


De acordo com José Pessoa de Queiroz Bisneto, o respeito e a preservação do meio ambiente deixaram de ser uma bandeira de um grupo de ambientalistas e passou a ser uma preocupação global, inclusive com o envolvimento de políticas governamentais. As empresas são importantes agentes de promoção do desenvolvimento de um país. Estas possuem grande capacidade criadora e de geração de recursos, num contexto onde o bem estar comum depende cada vez mais de uma ação cooperativa e integrada de todos os setores da economia e que faz parte de um processo de desenvolvimento que tem por objetivo a preservação do meio ambiente e a promoção dos direitos humanos.“Para nós da Cia. Brasileira de Açúcar e Álcool cuidar do meio ambiente é cuidar do futuro. Temos vários projetos sociais espalhados por nossas unidades, além de ensinar e incentivar nossas crianças o respeito e os cuidados na preservação do meio ambiente. A CBAA mostra na prática seu compromisso através de campanhas de reflorestamentos e preservação do meio ambiente,” afirmou JPQB.

Praias e Dunas de Pacatuba







Pantanal de Pacatuba







PANTANAL NORDESTINO
Sergipe tem um pantanal. Parece até conversa de pescador, mas o Pantanal de Pacatuba, também conhecido como Pantanal Nordestino é composto de 40 Km² de área verde que reúne uma biodiversidade pântanos, manguezais, dunas, mar e Mata Atlântica formando um cenário harmonioso de fauna e flora.

Fica localizado entre a foz do rio São Francisco e a Reserva de Santa Isabel, banhado por águas límpidas e transparentes do rio Poxim, um afluente do Velho Chico. Intocado e preservado, essa região reserva aos visitantes um belo espetáculo, particularmente quando ocorre a cheia, nos meses de junho, julho e agosto.

Nesse ecossistema sergipano você poderá encontrar macacos de várias espécies, dentre elas o Guigó de Sergipe, Lontras, Capivaras e Jacarés do papo amarelo (ameaçado de extinção).

Vale contemplar, caminhar pela areia da praia, perceber a rica flora composta de plantas aquáticas raras, bromélias, mandacarus, mangabeiras, cajueiros, mandacarus e outras espécies de cactos.

A infra-estrutura turística do município ainda é mínima. No Pantanal, o melhor restaurante é o do Juarez e na sede do município vale visitar o restaurante do Zé Antônio. No povoado Tigre existe uma pousada confortável para quem precisar pernoitar nesse paraíso sergipano.

Filhos ilustres de Pacatuba

Sancho Moura - Intendente e deputado estadual.
José Leandro Martins Soares - Poeta, jornalista e advogado. Trabalhou como jornalista em Sergipe, Pernambuco e Espírito Santo.
Francisco de Barros Melo - Mesmo morando em Santos/SP, colaborou decisivamente para a emancipação de Pacatuba.
Aldemar Melo Santos - Frei Capuchinho, ordenado em Loreto, Itália, fundou em Feira de Santana/BA a Congregação Mariana Nossa Senhora de Fátima.
Manuel Vieira Prado - Exator estadual, delegado de polícia e prefeito de Pacatuba. Foi fundador da UDN no município.
João Machado Rollemberg Mendonça - Engenheiro, foi secretário da Fazenda, construiu o Hotel Palace e outros prédios importantes. Foi deputado federal por duas vezes e foi cassado pelo AI-5.
Cáscia Maria de Freire Barros - Advogada e professora.
Gicélia de Araújo Torres - Juíza de Direito e que teve uma vida marcante em Sergipe.
João da Cruz dos Santos - Importante comerciante da região.
José Machado Martins - Descendente do Barão da Cotinguiba, foi grande líder político e proprietário de terras.
Aurelino Travassos Santos - Militar. Participou da guerra pela FEB na Itália.
Alfredo Leite Martins - Chefe político.

São Félix de Cantalício

São Felix de Cantalício é o padroeiro da Cidade de Pacatuba. A principal igreja da cidade recebe o nome do Padroeiro que comemora seu dia em 20 de Novembro.
Em meados do século XVII os jesuítas construíram uma capela no mesmo local onde ficava a aldeia do cacique Pacatuba. Expulsos os jesuítas em 1732, foram os mesmos substituídos pelos franciscanos que logo iniciaram a construção de uma igreja, sob o orago de São Felix Cantalice, a qual terminou em 1810.
Existe uma lenda que Félix tinha nascido nas proximidades da aldeia de Pacatuba. Tendo se tornado frei, começou a fazer sua carreira religiosa como prisioneiro dos índios. Sua insistência era tanta pela catequese, que os índios “convertidos” resolveram levantar uma capela em sua homenagem.
Mas a história da Igreja Católica conta que São Félix nasceu em 1515, na Itália, no seio de uma família muito católica de agricultores. O curioso é que o apelido de seu pai era Santo e de sua mãe era Santa. Desde cedo o menino Félix despertou para a vida religiosa. Entrou para um convento Capuchinho. Depois de estudar muito e passar por vários seminários, acaba se ordenando.
Durante cerca de 40 anos o povo de Roma viu passar todos os dias pelas ruas da cidade o pequeno frei Félix, recolhendo em sacolas restos de pão e verduras, para depois distribuir com os mais pobres, principalmente as crianças abandonadas. Sua dedicação pelos mais pobres e seu fervor foram decisivos para a sua santidade.

Resgate Histórico

A história da fundação do município de Pacatuba, a 116 quilômetros de Aracaju, mereceria um estudo à parte. Como dizem os historiadores a respeito das terras que compõem esse município, ele está “assentado em um vasto planalto, de onde se goza um delicioso panorama”. Antes mesmo da chegada definitiva em terras sergipanas dos portugueses, em 1590, acredita-se que os índios tupinambás já tinham por aquelas bandas de Pacatuba uma relação comercial com franceses.
No início de 1600 já se tinha notícia de um forte aldeamento na confluência do Rio Poxim do Norte com o Betume, e quem comandava aquele povoamento era o cacique Pacatuba. Quando Cristóvão de Barros invadiu Sergipe, cumprindo ordens do Governo da Bahia e de Felipe II da Espanha, que reinava em Portugal, deu-se uma matança generalizada. Todos os maiores recursos militares teriam sido usados. Cristóvão venceu os poderosos caciques Baepeba, Serigy e Siriry.
Para a maioria dos historiadores, antes que as colunas de Cristóvão de Barros chegassem à região do São Francisco, os caciques Japaratuba e seu irmão Pacatuba acabaram se entregando aos portugueses e pedindo paz. Mas outros estudiosos discordam e acreditam que Cristóvão encontrou resistência sim, e venceu por conta da força militar.
DEPOIS DA CONQUISTA

As terras da aldeia de Pacatuba foram anexadas à sesmaria de Pedro de Abreu Lima. Por volta de 1640, padres Jesuítas começam a levantar uma capela no aldeamento. Mas em 1732, por ordem do Marquês de Pombal, os jesuítas foram expulsos e a missão religiosa, com todas suas terras em Pacatuba, foi entregue aos padres Capuchinhos. Em 1810 eles terminaram a construção da capela do povoado, e a dedicaram a São Félix de Cantalício.
Por causa das férteis terras para a cana-de-açúcar, o povoamento crescia rápido. Existem documentos que afirmam que em 1808 já existiam por lá cerca de 700 índios. O resultado é que em 6 de fevereiro de 1835, uma lei provincial criou a Freguesia de São Félix da Pacatuba. O atual município de Japoatã estava incluído aí. Menos de 30 anos depois, a 13 de maio de 1864, a freguesia passava à vila. Mas a independência de Pacatuba só aconteceu na prática em 2 de maio 1874, isto é, dez anos depois, quando se libertou do município de Vila Nova, que hoje é Neópolis. Mas uma surpresa estava preparada para a história de Pacatuba. O desenvolvimento econômico e social era sentido nas ruas da cidade. No entanto, em 23 de novembro de 1910, os pacatubenses foram surpreendidos com a criação do município de Jaboatão, hoje Japoatã, localizado na antiga missão jesuítica de Riacho do Meio. A reação em Pacatuba foi forte. População e autoridades não encontravam motivos para a perda daquele território. Várias representações foram feitas ao comando de Sergipe. A pressão foi tanta que o novo município de Jaboatão não chegou a ser instalado.
UM GOLPE E O DESFECHO

Mas a história ainda ia reservar para os pacatubenses uma grande surpresa. Dezesseis anos depois da tão ardorosa luta para não perder as terras de Jaboatão, a Lei Estadual 960, de 20 de outubro de 1926, acabava dando um golpe certeiro. Através dela, a sede do município de Pacatuba foi transferida para Jaboatão, ficando a progressista cidade de Pacatuba reduzida à condição de povoado de Jaboatão.
A reação das autoridades da vila também foi forte, mas desta vez não adiantou muito. Pacatuba passou quase 12 anos como povoado. A luta dos pacatubenses era constante. Mas só em 28 de março de 1939, volta Pacatuba à sua antiga condição de município, mas o Distrito de Paz continua em Jaboatão. Essa situação permaneceu até 1943, quando seu nome foi modificado de Pacatuba para Pacatiba, por conta da duplicidade dos nomes de vilas brasileiras.
Só em 25 de novembro de 1953, Pacatiba era transformada em cidade, sendo desmembrada de Japoatã e o nome volta a ser Pacatuba. O município livre e independente só foi instalado em 31 de janeiro de 1955, quando foi empossado o seu primeiro prefeito, Manuel Ricardo dos Santos e, também, constituída sua Câmara de Vereadores.
Detalhes sobre o golpe de 1926

Em novembro de 1926, autoridades do então povoado de Japoatã, lideradas por Ananias Melo, informou ao presidente do Estado, Maurício Graccho Cardoso, que um jornal, o “Município” de propriedade do intendente de Pacatuba, Sancho Moura, publicou um artigo contra Graccho Cardoso.
O presidente, mesmo sem ver o artigo, baixou um decreto transferindo a sede do município para Japoatã. Graccho ainda mandou uma escolta policial para prender o chefe de Pacatuba e trazê-lo para Aracaju. Sancho, ex-deputado estadual e coronel da Guarda Nacional, saiu da prisão e foi para o Rio de Janeiro, onde morreu em 1959.
Liderados por Antônio de Sá Travassos, mais de uma dezena de autoridades de Pacatuba conseguiu em 8 de outubro de 1929, devolver ao povoado a categoria de cidade. Mas, por conta da Revolução de 30, a instalação do município acabou sendo frustrada. Porém, um filho de Pacatuba que morava em Santos/SP, Francisco de Barros Melo, o Barrinhos, amigo pessoal do governador Arnaldo Garcêz, conseguiu enfim deixar o município independente no dia 25 de novembro de 1953.
Código de Posturas de Pacatuba

Em vários municípios, os intendentes por volta de 1900 criaram códigos de posturas, uma espécie de constituição municipal para organizar a vida nas vilas. Em Pacatuba um dos códigos foi elaborado por um cidadão de grande importância na história do município, Sancho Moura. A seguir, alguns trechos do longo Código de Posturas do Município de Pacatuba, datado de 11 de março de 1912.
“Os proprietários ou inquilinos das casas são obrigados a varrerem o terreno fronteiro às suas habitações nos sábados à tarde, deixando o lixo para o zelador das ruas apanhar. Pena: 10$ de multa ou 2 dias de prisão.”
“Os lampiões distribuídos convenientemente, deverão estar todos acesos em qualquer estação, logo ao recolher do Sol e apagados ao clarear da manhã conservando a luz o maior grau de intensidade. Nas noites de luar, o serviço de iluminação deverá estar feito um quarto de hora antes do recolher da Lua”.
“Ficam expressamente proibidos vozerias nas ruas, em horas de repouso, bem assim orgias, cantarolas e batuques, ainda que em casas fechadas, quando perturbarem o sossego público. Excetuam-se os divertimentos e as reuniões permitidas pela polícia. Os infratores serão penalizados com prisão de três dias e o dono da casa com multa de 10$000”.
“São proibidas as sentinelas a indivíduos falecidos de moléstia contagiosa e, em caso de outras moléstias, as rezas cantadas em altas vozes. Os infratores serão dispersados e presos por dois dias”.
“É proibido dar tiros dentro das vilas, salvo em dias festivos”.
“São proibidos jogos em qualquer casa, bem como nas ruas, praças, etc... com exceção do bilhar, gamão, dominó e outros semelhantes”.
“É proibida a divulgação ou publicação de pasquins contra terceiros. Pena de 20$ de multa”.“É proibido mendigarem pelas ruas do município pessoas reconhecidamente aptas para o trabalho. Pena de 24 horas de prisão”

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre (http://www.wikipedia.com.br/)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Geografia Local

Pacatuba está localizada no litoral norte do Estado de Sergipe, estando a 116 km de Aracaju. Devido à sua localização, Pacatuba dispõe de uma rica flora e fauna, tendo sido descoberto, recentemente o Pantanal de Pacatuba.

População - Cerca de 12 mil Atividades econômicas - Agricultura, coco, peixe e petróleoPossui uma área de 407,3 km². Há ainda uma extensa faixa de praias praticamente desertas, onde se pode encontrar, inclusive, um navio bombardeado na II Guerra Mundial

Tendo como ponto turístico o Pantanal nordestino onde se encontra o jacaré do papo amarelo e o macaco guigo animal em extinção e uma bela praia, que se localiza no povoado Ponta dos Mangues. Além de várias comidas típicas da região com camarão, caranguejo, peixe e outros mariscos.


Existe também um artesanato muito diversificado.
Através disso iremos expor na Gincana Socioambiental e cultural no dia 24/07/2009.
Hoje fizemos uma das tarefas que foi como criar um Blog.
Agora vamos Atualizá-lo sempre!